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Imagem colorida de obra exposta na 35a Bienal de Arte de São Paulo. Quadros de diversos tamanhos estão suspensos por fios, em diferentes alturas.

 

A 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível, com curadoria de Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, com projeto arquitetônico e expográfico desenvolvido pelo escritório de arquitetura Vão, inaugurou no dia 06 de setembro, com 121 artistas participantes. Com duração de 3 meses, aproximadamente 1.100 obras ficam em exibição no Pavilhão do Parque Ibirapuera.

Como parte da experiência enriquecedora proporcionada pela 35ª Bienal, foi meticulosamente elaborada uma programação pública que abrange uma variedade de elementos, incluindo apresentações musicais, ativações de obras, performances, encontros com artistas e mesas de discussão.

Publicações

O catálogo da 35ª Bienal possui 352 páginas e abrange textos e imagens das obras dos 121 participantes desta edição, incluindo contribuições exclusivas dos artistas, bem como ensaios escritos por autores convidados e pelos curadores. O guia da 35ª Bienal, composto por 288 páginas, também reúne textos e imagens das obras dos participantes, e está disponível para compra na Livraria da Travessa e na Loja da Bienal, localizadas no térreo. Adicionalmente, o fôlder-mapa, fornecido gratuitamente no balcão de informações do térreo, contém o mapa da exposição juntamente com informações úteis aos visitantes.

Este ano, a Bienal introduz uma novidade igualmente gratuita: a distribuição mensalmente atualizada da agenda de programação pública, publicação criada dada a importância dos eventos que acompanham esta edição.

Compõem o rol de publicações lançadas o segundo movimento da publicação educativa da 35ª Bienal, que será lançado no dia 14 de setembro às 19h em conversa aberta com a artista Rosana Paulino. Intitulado meu modo de pensar é um pensar coletivo / antes de estar em mim, já esteve nelas, o segundo movimento conta com contribuições de Rosana Paulino, Sueli Carneiro, Geni Núñez e Kênia França, bem como de artistas participantes desta edição.

Audioguia Inclusivo

Com vozes de Dandara Queiroz, Isa Silva, Luanda Vieira, Renan Quinalha e Stephanie Ribeiro, o audioguia inclusivo da 35ª Bienal passa por vinte obras que compõem a mostra. Ao seguir o percurso proposto – desde a obra Parliament of Ghosts [Parlamento de fantasmas], de Ibrahim Mahama, na entrada da exposição, até Outres, de Daniel Lie, no andar roxo –, o visitante será guiado por todo o Pavilhão. Cada uma das faixas apresenta histórias relacionadas às obras e comenta os processos dos participantes. Como é um audioguia inclusivo, ele também está disponível em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os conteúdos podem ser acessados pelo site 35.bienal.org.br/audioguia ou pelos QR Codes disponibilizados nas legendas das obras selecionadas.

A produção do material foi feita com consultoria da Mais Diferenças.

Acesse aqui: https://35.bienal.org.br/audioguia/

Acessibilidade e Inclusão

Além das visitas mediadas e do audioguia da 35ª Bienal, há outras iniciativas de inclusão, todas planejadas com o apoio da consultoria especializada em acessibilidade Mais Diferenças.

Saiba mais sobre a mostra aqui: https://35.bienal.org.br/